JORNAL PENA LIVRE

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segunda-feira, 30 de maio de 2011















SOCORRO! O TITANIC NÃO TEM CAPITÃO

Pior que um barco ruim é um barco grande, furado com motor rateando e sem capitão.
Essa embarcação tem 8,5 milhões de quilômetros quadrados e atendia pelo nome de Brasil, país este que não o reconheço mais.
Não me vejo mais como um brasileiro. Qualquer nacionalidade me serviria até o longínquo Usbequistão na Ásia.
Gostaria de ser um cidadão usbequistense, lá deve ter mais governo que aqui e muito, mas muito mais vergonha na cara. Tenho vontade de me transformar num enorme avestruz só para enterrar minha cabeça no chão para não ver mais nada.
Como uma figura consegue postar-se no poder com tamanha desconfiança embutida nas costas como o chefete da casa civil da presidência da republiqueta de bananas?
Quem, afinal de contas, dá suporte a esse elemento estranho no ninho do poder? Que tipo de varinha mágica possui para conseguir soldar-se nos píncaros do governo e dar as cartas?
Simples de imaginar.
Nossa mandatária maior apenas aquece com o calor de seu quadril uma cadeira que não lhe pertence de fato. Nunca tomou posse de direito.
Posse significa mais que se esconder no surgimento de qualquer probleminha e chorar pelo seu mentor que a socorre porque não sabe o que faz ali.
Não sabe, mas eu sei.
Quem governa esse imenso território é uma soma de elementos difusos, conflitantes, com interesses não confessáveis nem para o Padre. Como diria um velho inglês ao ver o sujeito carregar o produto do furto até não poder mais derrubando pacotes de dinheiro por estar sobrecarregado: How much is enough man? (Quanto é suficiente homem?).
O Brasil agoniza sob o poder de Pôncio Palóccios.
O nosso Titanic Brasil está afundando em sóbria pulverização de tudo o que nos pertence, da agonia à glória, do sucesso ao fracasso, do rico ao pobre, da vergonha, da verdade e da honradez.
O governo conjuga amenidades e confessa-se incapaz de tocar o barco com o que tem na mão.
Na briguinha de quem aparece mais na foto do jornal proferindo obscenidades políticas, ao impropério administrativo que se parece mais com um circo de pulgas, nossa governante maior foge da raia escondendo-se nas barbas do velho profeta vermelho estrelado.
Ele aparece, claro. Ele é o dono da porcada toda. Não tem para ninguém.
De nada adiantou bravatear ou como dizia ao seu oponente esconder-se sob um manto de tergiversamentos tão velhos quanto à idade média.
Ninguém tem coragem de tirar o velho lobo do mar do comando do Titanic verde-amarelo. Ele é o verdadeiro presidente dando ordens ao Palácio do Planalto. Dom Pôncio é o proprietário do Brasil.
Faz tudo sob o comando batuta do barbudo que sabe lá como se monta uma presidência de circunlóquios administrativas que abre rasgos no lombo da lata do navio.
Um balsâmico arrependimento de quem votou naquela que sabidamente seria o “esquenta cadeira” de Lulalá.
Nada adianta agora prantear ou bater a cabeça no muro das expiações bíblicas. O mal está presente e dele não nos livraremos até que o bico do bote tenha batido no chão no mais fundo da região abissal oceânica.
Lembro-me do velho plástico colado nos carros “Brasil ame-o ou deixe-o” da era imperial verde-oliva que vidas ceifou com idiotices idiossincráticas.
Tudo era escancaradamente subversivo. Matava-se em quantidades hitleristas a troco de nada.
Sem governo e pagando caro.
Pantagruel é um personagem comilão criado por François Rabelais. Pois bem, o governo sucessório de Lula tem fome pantagruélica de impostos. Nada parece satisfazer essa barriga colossal.
Na corte luxuosa os gastos são cada vez maiores, as contratações de companheiros cada vez mais numerosas, o desperdício mais abundante e absurdo, a incompetência ou a má fé torna o governo incapaz de eleger prioridades para a aplicação dos pesados tributos no sentido de alcançar o bem comum, fim último da política. Agora transformada em arma.
No fim essa arma é usada contra todos e contra tudo o que se conhecia como moral e legal.
Faz-se de conta que governa, mas o sinal aqui embaixo é do covarde capitão que há muito encheu sua bóia, seu cantil e escafedeu-se rumo ao horizonte.
Pior que isso é gritar no meio d’água pedindo socorro a um velho que nem sabe nadar, exceto no dinheiro. Ele voltará depois que a madame palaciana deixar a cadeira com exatos 36,7 graus centígrados do seu corpo inerte face aos problemas que vivemos.
Não custaria nada dar uma passagem a Pôncio Palóccios de ida para ser assessor para assuntos aleatórios na Nicarágua e ficar lá durante longos período. Com seu efeito multiplicador de riquezas logo o pequeno país da América Central poderia se transformar numa China ou mais em apenas quatro anos.

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Magno Almeida Lopes, escritor e jornalista free-lancer, administrador de empresas com habilitação em negócios internacionais, tecnólogo de obras e solos, engenheiro de rede Lan, membro efetivo da academia Piracicabana de letras, MBA em comércio exterior. Piracicaba (SP), 30 de maio de 2011. email: lopesmagno@gmail.com

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