JORNAL PENA LIVRE

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

















LUTA LIVRE NAS ESCOLAS

Virou moda. Toda escola agora registra sessões de agressões físicas, morais, verbais, humilhações dos alunos motivados por todo tipo de preconceito, discriminação de toda sorte e muito ódio enrustido. O negócio é pandêmico. Espalhou-se como rastro de pólvora tanto em escolas particulares como nas públicas.
Os casos são tantos que a justiça de BH, por exemplo, determinou que um adolescente pagasse uma indenização de pouco mais de R$ 8 mil a outro “bulista”.
Talvez esse papo, que recebe atualmente um nome pomposo importado de bullying deva ser analisado voltando nosso relógio no passado.
No meu tempo de colégio/escola havia muita gozação quando era aluno gordinho, aluno magrinho, aluno narigudo, aluno de cor, pálido, com roupa chique, com roupa mais puída. Tudo era motivo de boas gargalhadas. Eu mesmo tive vários apelidos na minha vida escolar: gordo, rolha de poço, gorducho, bacon gigante e vai por ai afora. Os muito magrinhos tinham apelidos como: palito, magrelo, esqueleto, vara pau, cotonete de gigante e muito mais.
Todo mundo gozava e ninguém esquentava com isso. Todos foram felizes exceto algumas brigas por conta de ciumeiras quando o assunto era as garotas e ou futebol. Canelada era sinal de brigas em campo, geralmente verbais. Não passava disso.
Ninguém morreu ou ficou traumatizado com isso.
Hoje estamos sob o domínio da intolerância. Como nasceu o bullyng? A resposta correta é achada na evolução de própria relação das pessoas, famílias, meio ambiente e como lidamos com momentos violentos.
As famílias modernas estão, sim, deixando de educar seus filhos nos moldes da minha geração ou mais anteriormente ainda. Educação é modelo existente, é exemplo apresentado, é a transmissão dos bons valores familiares e da sociedade que nos cerca. Os pais que lutam pela sobrevivência e pela manutenção do status econômico adquirido não têm mais tempo para essa função primordial da família como um todo.
Deseducam seus filhos oferecendo riquezas materiais como recompensas. Vale aí para todas as classes sociais.
O bullyng não nasceu em ambiente escolar. Esse processo infernal foi levado às escolas pelos próprios alunos e por tabela suas famílias, pais e a coletividade.
O elemento agregador, que também podemos colocar nesse molho, é a violência em si sendo cada vez mais banalizada a pondo de hoje uma pessoa matar a outra por meros tostões.
A vida não tem mais valor. Mata-se a preço de custo.
O bullyng é um fenômeno de uma sociedade que adoeceu no quesito educação familiar continuada. Como um poderoso imã o processo veio, ao longo dos tempos, sendo encorpado pela violência doméstica que começa no isolamento das crianças criadas à deriva, elas próprias absorvendo todo tipo de ato violento da TV, dos infernais play games absolutamente sangrentos, até nos desenhos animados.
Com todo esse farto treinamento e a família não podendo orientar as crianças por falta de interesse ou tempo, a violência é levada nas mochilas dos alunos para dentro das escolas não importando se públicas ou particulares. No que antes era apenas uma gozação como chamar o gordo de rolha de poço e todos riam da coisa toda, hoje é na base da bordoada, surra, facada, tiro, tortura e muito mais.
Qual o remédio para isso? Em curto prazo não há, visto tratar-se de um fenômeno urbano social clássico da atualidade. Ninguém tem mais paciência para resolver nada na diplomacia. Os professores não podem corrigir os alunos sob pena de serem processados pelos pais furiosos que por sua vez lavaram as mãos de criar os filhos como cidadãos urbanos e responsáveis.
A escola também esta amarrada na cadeira podendo pouco contribuir, exceto chamar a polícia em casos mais perigosos, cada vez mais comuns.
As famílias, sobretudo, não colaboram em nada não educando adequadamente seus filhos largados ao léu, mas infernizam a vida das escolas cobrando uma postura que pertence aos pais não ao professor que está lá não para dar educação de berço e sim educação acadêmica aos rebeldes alunos.
A humilhação, frente aos demais colegas, virou febre estudantil e diversão de circo. Toda escola pública ou particular tem um caso para registrar.
O bullying é um fenômeno típico das relações humanas. Agora percebemos mais porque estudamos mais. E lidamos com filhos de pais excessivamente permissivos.
As vítimas geralmente estão fora do padrão existente no subconsciente dos alunos: gordo demais, magro demais, crianças mais tímidas, feias, com algum defeito físico aparente, as menos populares e atualmente aquelas que realmente estudam e tiram notas boas.
Os motivos dos agressores variam: eles podem reproduzir a violência do lar; podem estar numa situação circunstancial de revolta porque os pais estão se separando. Os casos mais graves são os dos meninos (as) com transtorno de conduta. Esses dão problema na escola e em casa. Como exemplo, o aluno paulistano que colocou a pata do cachorro na torradeira e furou depois a mão da professora em aula com um lápis ou uma caneta.
Solução do bullyng: atuação em formato de tripé: família, escola e governo. Cada um colaborando com sua parte fundamental. No seio das famílias: criar a conscientização da educação continuada e com vista aos valores humanos mais caros da honestidade, sinceridade, cordialidade. Aplicar a sagrada penalidade educacional familiar. Colocar de castigo sim senhor que não mata ninguém e umas boas palmadas correcionais sem medo de ser feliz. Nesse caso imita-se a sociedade que deve seguir as leis senão o Estado com seu poder de polícia faz a cobra fumar e há, por conseguinte, as penalidades pecuniárias ou detenção.
Papel do Estado: montar equipes atuantes para divulgar uma nova cultura dentro das escolas com palestras, estudos, gincanas e oferecer às escolas ambientação diferente de um parque de diversão onde o foco é somente o divertimento. Digo isso porque as escolas mais modernas ai com esquema libertário criam uma geração de alunos semi-analfabetos.
Papel da escola: reformular o plano de ensino hoje totalmente voltado para amenidades e irrelevâncias como estudar parapsicologia ou javanês. Parar com essa síndrome do uso indiscriminado dos computadores que está favorecendo o surgimento de uma leva enorme de alunos com cada vez mais problemas de vista, coordenação motora e obesa, pois a maquina favorece a preguiça.
A tecnologia tem que ser suporte tático e não método final de ensino.

Magno Almeida Lopes, escritor e jornalista free-lancer, administrador de empresas com habilitação em negócios internacionais, tecnólogo de obras e solos, engenheiro de rede Lan, membro efetivo da academia Piracicabana de letras, MBA em comércio exterior. Piracicaba (SP), 26 de maio de 2010. email: lopesmagno@gmail.com

domingo, 23 de maio de 2010





















ESPÍRITO DE PORCO HUMANO

Há várias classificações para o espírito de porco humano capaz das maiores atrocidades, brincadeiras de mau gosto, crimes em prol do divertimento ou o saciamento de mentes pervertidas e doentes.
Um ou mais desocupados roubaram dois filhotes de cordeiro nos EUA. Devolveram os dois animais pichados e com os pelos cortados. Vide foto.
São casos do cotidiano que revelam uma certa tendência humana clássica de fazer algo que possa prejudicar alguém apenas para momentos hilários.
Alguns casos acabam em crimes como aquele idiota que, juntamente com amiguinhos felizes, queimaram um índio em Brasília tempos atrás apenas para tirar um sarro. Como era filho de um certo influente acabou solto nas ruas e leva sua vida confortavelmente como se nada tivesse acontecido.
Fiz várias pesquisas e anotei alguns acontecimentos trágicos, engraçados, animalescos e outros tantos adjetivos, tudo em prol de saciar a fome de mentes despreparadas para o convívio em sociedade, senão vejamos:
· Um certo cidadão paulistano foi capturado em imagens de câmeras ocultas durante meses a fio colocando sujeira do nariz embaixo de sua mesa. A meleca já estava parecendo a cadeia dos Andes. Pior. O cara era o tal dentro da empresa. Pena: limpeza da cacaria toda e a eternidade para ser debochado dentro da firma;
· Uma mulher superbem vestida em Curitiba usando bolsa de grife foi pega em flagrante urinando numa praça daquela cidade. Perguntada sobre o porque do ato respondeu candidamente que precisava de uma certa dose de adrenalina. Pena: Trabalho em obras de caridade durante 3 meses;
· Em São Paulo capital. Jovens com mentes completamente destroçadas pela idiotice e drogas se apearam do carro e puseram-se a espancar mendigos de rua urinando em cima dos mesmos. Pena? Nenhuma. Eram filhinhos de papai importante na cidade;
· Em Piracicaba década de 80. Jovem rico e sua namorada cabeça de balão resolveram tirar um sarro a bordo do carro importado do papai pichando muros alheios. Num deles o dono estava de tocaia quando a dupla chegou para ejetar sua tinta preta. Sob a mira de uma arma o proprietário do muro ordenou que os dois pichassem o carro onde estavam: uma perua importada com interior inteiro na cor creme. O jovem que havia emprestado o carro do papai rico chorou dizendo que o pai iria matá-lo assim que chegasse em casa com o bólido todo pintado dentro. Não se sabe o desfecho, mas suponho que o filhinho agora esteja estudando na Somália ou em Timbuktu;
· Motoristas de ônibus metropolitanos. Muitos são denunciados quando arrancam com seus veículos ao ver pessoas idosas tentando subir os degraus altíssimos, por sinal. Muitas vitimas já se esborracharam no chão. Pena: nenhuma. As pessoas têm medo de denunciar;
· Cena do cotidiano. Motorista vê espaço suficiente para seu veículo e só por sacanagem encosta-se ao carro da frente e o espreme de tal forma que impossibilita qualquer manobra do carro da vítima. Apenas para divertimento puro e saudável;
· Estudantes depredam escolas onde estudam para ficar “de boa” com a galerinha;
· Cidades grandes nas subestações de energia. Casos são registrados de pessoas com lindo comportamento urbano que jogam artefatos de metal pendurados entre dois sapatos velhos ocasionando curto circuitos terríveis e prejuízos imensos às empresas operadoras;
· Essa eu mesmo presenciei em SP capital. Rua Augusta esquina com Alameda Santos onde há uma lanchonete do Mac Donalds. Cidadã com seu carrão importado e sem a menor cerimônia jogou um saco enorme de seu lixo no meio da rua imaginando que estivesse em seu próprio chiqueiro onde certamente deve viver;
· Aqui em Piracicaba (SP). Tempo dos parquímetros de estacionamento. Quando a coleta era feita a noite o pessoal da empresa responsável coletava de tudo menos moedas. Havia palitos de fósforos, gomas de mascar, fezes, tampinhas de garrafa, camisinhas, arruelas diversas, lascas de metal e, por incrível que pareça, até ácido de alto poder corrosivo. A criatividade era tanta que numa das máquinas o vândalo consegui encher o parquímetros com urina e tampá-lo com chiclete para não vazar;
· Caso recente. Uma dupla de portadores de “celeblos” de mosca resolveu pichar o Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Pena: limpeza de vários outros lugares pichados na cidade maravilhosa;
· Uma das mais terríveis ocorrências dos últimos tempos. O grupo dos Sem Terra, na verdade grupo dos sem lei, invadiu fazenda imensa com laranjais produtivos. O grupo quebrou tudo, arruinou milhares de pés de laranja, desmontou máquinas e ateou fogo na sede da fazenda. Punição? Nenhuma. São amiguinhos do Palácio do Planalto.
Vandalismo puro.
Esse ato é uma ação de hostilidade, violência, pichações, destruições, contra patrimônios públicos, históricos e privados, atos ilegais, onde em primeiro momento deve-se entender que causar danos é crime, consoante o artigo 163 do Código Penal.
São tantos os casos que podemos perder vários dias escrevendo.
O porco é um dos principais animais em quase todas as dietas no mundo e fonte primeira de proteína. Falar em espírito de porco é ofender demais nossos eternos companheiros desde os primórdios da humanidade e que sempre nos dão a maciez de sua carne saborosa e tenra para nossa alimentação.
Espírito de humano mesmo ao invés do porco.
No Estado de São Paulo, 25% dos orelhões são danificados todos os meses.
A empresa responsável afirma que se não houvesse a manutenção dos 250 mil telefones públicos instalados em todo o estado, em apenas quatro meses não haveria um único aparelho em condições de uso. Além disso, a empresa relata casos onde pessoas de boa família engatam cabos de aço nos orelhões e arrancam a unidade do chão apenas para divertimento.
Todos os meses, 150 quilômetros de cabos de aço ou cobre usados na iluminação pública da capital paulista são furtados, além das 300 lâmpadas que precisam ser substituídas. Outro perigo é representado pelo roubo de tampas de bueiros, o que pode causar graves acidentes: todos os meses desaparecem 500 dessas tampas de metal, com valor de R$ 200 cada uma. Além disso, 400 placas de sinalização da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) somem a cada mês e cerca de 500 metros de cabos de semáforos têm de ser recolocados a cada 30 dias.
Na China, casos de vandalismo com propriedade do governo dá pelotão de fuzilamento. Talvez fosse o caso de colocar também por aqui alguns paredões para detonar essa gentinha que não tem nada o que fazer.
Para finalizar. Escutem essa. Cidadão, no mínimo um lunático psicopata terminal, invadiu de madrugada (aconteceu semana passada) o cemitério de uma cidade francesa. Após a invasão o elemento abriu várias covas defecando nos túmulos, urinando em outros e matando com pistola de ar os gatos que moravam no local. Está preso. O governo local estuda uma penalidade adequada para o cagão que ria muito ao ser preso em flagrante.
Pura demência.

terça-feira, 18 de maio de 2010



















IRÃ VERSUS SR TROPEÇO

Ted Cassidy protagonizou durante muitos anos o mordomo Lurch ou Tropeço (foto acima) no seriado Família Adans em exibição em alguns canais pagos ainda hoje.
O personagem, muito engraçado por sinal, tinha a característica de ser extremamente desastrado. Tudo o que tocava acabava virando um problema ou quebrava.
O Brasil age da mesma forma que o Sr. Tropeço quando o assunto é o Irã e seus miquinhos amestrados, os tais Aiatolás.
Há um desespero do governo federal que insiste em ocupar um assento no tribunal de exceção chamado conselho de segurança da ONU.
Por conta dessa insanidade, o Brasil vem atropelando as boas relações internacionais a troco de ter um voto no tal conselho que, na prática, não serve para nada.
Entenda o caso.
O urânio é um elemento da tabela periódica com seu lugar numerado como 238. Só que para construir bombas, usar na medicina e combustível de usinas nucleares esse U238 não serve para nada porque é pouco radioativo.
Entretanto, o U235, que em síntese é o mesmo elemento só que isótopo, ou seja, apresenta menos três elétrons na chamada camada da eletrosfera mantendo o mesmo número de prótons e nêutrons. Isso faz com que o U235 apresenta caraterísticas próprias para o emprego, tanto na medicina como na fabricação de bombas.
Num pedaço de U238 consegue se achar alguns elementos do isótopo U235. Para se enriquecer o U238 é usado um sistema de ultra centrifugação em série que permite, paulatinamente, juntar mais isótopos aumentando o percentagem do U235.
Com enriquecimento de aproximadamente 3%, o U235 serve para abastecer usinas termo-nucleares, já com 20% de enriquecimento pode ser usado na medicina e com mais de 90% consegue-se construir uma bomba nuclear.
O Irã atualmente tem tecnologia para apenas centrifugar até 20% para uso medicinal. O enriquecimento acima de 90% é restrito ao clube de países atômicos do qual o Irã não faz parte. De outro lado, autoridades deste clube privê nuclear temem que aquele País possa enriquecer acima de 90%, coisa bem pouco provável.
Imagine um país instável como o Irã, governado por um clã religioso ultra-ortodoxo e hiper extremista, cujo presidente é um violador de carteirinha de todos os direitos humanos ter em mãos um artefato capaz de dizimar uma cidade inteira como Paris ou Telaviv, capital de Israel que seria, inclusive, o alvo número um.
Nem precisa dizer que o mundo inteiro borra nas calças de medo de uma confrontação nuclear se o Irã decidisse lançar uma bomba dessas em cima de Israel, alvo predileto de países muçulmanos radicais. A coisa iria feder e muito.
O nosso presidente resolveu embarcar na cruzada de convencer o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad a não violar os termos dos tratados internacionais que lidam com assuntos atômicos. Há anos que o mundo inteiro tenta convencer o Irã a não construir artefatos nucleares, muitos acordos foram assinados e não seguidos por Mahmoud Ahmadinejad.
O mister Tropeço brasileiro vai mais longe se auto intitulando o Sr. Faz tudo, resolve tudo.
Isso mais parece aquelas historinhas contadas pelo personagem Forest Gump no cinema.
A reunião entre Lula e o presidente russo Dimitri Medvedev acabou sendo mais um prato cheio de vergonha para nós brasileiros e para nossa outrora invejável expertise nas relações exteriores. Sem qualquer conselheiro que pudesse discorrer sobre o que falar e o que não falar, Lula pôs-se a criticar abertamente Dimitri pela invasão do Afeganistão, em linhas gerais um repeteco do Vietnã patrocinado pelo exército vermelho.
Imediatamente Medvedev encerrou a visita pondo fim à conversa do empertigado visitante tropical.
O Sr. Tropeço e seu ministro Celso Amorim mais uma vez perpetraram se meter onde não foram chamados e negociar coisas que não são da sua alçada.
Com isso o Brasil cria há algum tempo atritos nas relações com os demais países, quase todos diga-se de passagem, que não querem ver Teerã com poder nuclear a ponto de explodir o mundo num surto de braveza tipico de Mahmoud Ahmadinejad.
A negociação é letra morta e não serve para nada. Irã vai continuar seu programa de enriquecimento até atingir o ponto dos 90% típicos para uma bomba atômica e já disse isso antes do final da reunião do Sr. Tropeço e Amorim.
Irã acabou sendo o vitorioso na parada nuclear. Negociou através do Brasil a troca de 1.200 kgs de U238 por 120 kgs de U235 a 20% na Turquia ao invés da França ou Rússia como o clube nuclear queria.
Esse material será usado, segundo informa Teerã, na medicina ou como combustível das usinas termo atômicas do Irã. Conversa para boi hibernar anos a fio.
Os especialistas no assunto divergem suas opiniões.
Feldberg, do Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais da USP, discorda. “Sem dúvida nenhuma, podemos dizer que a via diplomática está aberta. Mas qual o problema de negociar, se você não vai cumprir com o que for combinado?”, questiona. (fonte g1.com.br)
“No meu entender, esse acordo é uma rota de fuga. O Irã encontrou no Brasil um instrumento para adiar ao máximo possível a imposição de sanções. Mas, do ponto de vista da efetividade e da capacidade de influenciar os acontecimentos ou o comportamento do Irã, ele é completamente inócuo”, afirma.
Para Cristina Soreanu Pecequilo, da Unesp, o acordo é positivo por abrir a possibilidade de diálogo em uma mesa de negociações até agora travada. (Fonte g1.com.br).
A base do acordo é a mesma de uma proposta feita pela ONU em outubro de 2009, que previa, no entanto, o envio do urânio iraniano para a França e a Rússia. Na ocasião, o Irã chegou a concordar, mas só se a troca ocorresse em seu território – o que a ONU considerou inaceitável.
De qualquer forma Mahmoud Ahmadinejad e sua tropa de Aiatolás estúpidos como mulas e que amam uma guerrinha santa tanto faz como tanto fez. O Irã vai continuar sua marcha rumo ao mundo nuclear de bombas e afins.
A manobra brasileira não convence ninguém. Se por um lado é bom negociar por outro o negociador iraniano tem ficha histórica ruim e de nenhuma confiança.
De mais a mais não vejo a participação do país com bons olhos. O Brasil não precisava se envolver nessa polêmica e nesse ninho de cobras. Nosso país não tem nada a ganhar. Não tem questões comerciais importantes a serem resolvidas, não depende do petróleo do Irã. E o custo desse envolvimento é extremamente alto. O Brasil certamente vai ouvir um monte dos Estados Unidos quando ficar comprovado que o Irã não tomou nenhuma atitude, como de fato percebe-se que vai acontecer. Não somente conversa. Obama pretende, em contrapartida da peripécia diplomática brasileira, azedar a vida comercial do Brasil como um todo.
Irá quis ganhar tempo e ganhou. O Sr. Tropeço mais Celso Amorim até que ensaiaram bem a peça de teatro, mas o fim da história todo mundo já sabia na bilheteria, ou seja, com Irã e seus bruxos religiosos não se negocia nada.

quarta-feira, 12 de maio de 2010















SEXTA ESTRELA? DESTA VEZ NÃO

Atenção Sres leitores, edição extra do periódico Jornal Pena Livre.
Saiu a convocação dos jogadores brasileiros da seleção canarinho.
Olhem não sou nenhum entendido em futebol. Muito pelo contrário. Falo mais bobagens que a maioria dos outros 180 milhões de técnicos espalhados pelo Brasil afora.
Vou aqui opinar como um apaixonado de copas e afins e não como procurador de ninguém ou querendo entender do reinado mais do que o próprio Rei.

CONFIRA A LISTA DOS 23 JOGADORES CONVOCADOS PELO TÉCNICO DUNGA PARA A COPA DO MUNDO
GOLEIROS: Julio César (Inter de Milão), Gomes (Tottenham), Doni (Roma)
LATERAIS: Maicon (Inter de Milão), Daniel Alves (Barcelona), Michel Bastos (Lyon), Gilberto (Cruzeiro)
ZAGUEIROS: Lúcio (Inter de Milão), Juan (Roma), Luisão (Benfica), Thiago Silva (Milan)
MEIO-CAMPISTAS: Felipe Melo (Juventus), Gilberto Silva (Panathinaikos), Ramires (Benfica), Elano (Galatasaray), Kaká (Real Madrid), Josué (Wolfsburg), Julio Baptista (Roma), Kleberson (Flamengo)
ATACANTES: Robinho (Santos), Luis Fabiano (Sevilla), Nilmar (Villarreal), Grafite (Wolfsburg)

Conheço esse time jogando desde quando foi formado. Não me parece ser forte o suficiente para emplacar mais uma estrela em nossa camiseta amarela, por esta razão deixei a estrelinha no alto da página isolada sem aderi-la ao conjunto da camiseta e as outras cinco estrelas.
Dunga foi conservador demais. Essa copa de 2010 será a competição da criatividade e da oportunidade, além da velocidade.
O time dunguista é burocrático demais. Soou algo parecido com uma convocação feita por Parreira mais especificamente devido às suas feições de retranqueiro.
Repito. Os times vencedores serão aqueles que ousarem mais e arriscarem mais com inteligência.
A seleção brasileira vai jogar mais ou menos parecida com o comportamento de algumas repartições de serviços públicos brasileiros: muitos carimbos, muita papelada, indas e vindas ao arquivo morto/vivo, assinaturas demais, vai e vem de pastas e pareceres inúteis. A bola vai rolar para lá e para cá, da linha direita para a esquerda, milhares de passes para chegar à intermediária e gol mesmo que é bom nadica de pitibiriba. Essa é a minha impressão mais para certeza.
Sem ousadia o futebol joga o jogo pobre, sem brilho e voltado para o retrovisor.
Contar com uma jogadinha ocasional de algum outro jogador pelo seu talento individual é pouco ou quase nada frente ao futebol jogado hoje pelas outras seleções.
Não vou me iludir. A seleção vai voltar para o Brasil antes das quartas de final. Podem anotar.
Claro, espero estar obtusamente enganado e quero fazer papel de bobo aqui quando porventura o Brasil trouxer a sexta estrela na mala.
Por outro lado, seria capaz de apostar um jantar no meu palpite.
O time de Dunga vai à copa recheado de craques mundiais e sem um pingo na sacola da criatividade, vai ser aquele futebol modorrento, cansado, com excesso de jogadas laterais porque já amarelou na convocação.
Nada de ousadia apenas compromisso com a mesmice. Outra coisa levar 7 volantes de uma vez só? É a mesma coisa que armar um time de basquetebol com cinco pivôs. Não vai dar certo.
Queria ver a estrela do futebol brilhar com jogadas e lances geniais tal com foi o Santos este ano que encantou até quem não é santista como eu.
Esse sim é o espírito moleque do nosso futebol. Bobagem dizer que Ganso, Pato e cia não tem idade para jogar bola.
Pelé não foi à copa com 17 anos? E não fez gol de monte?
Não é questão de idade.
O Brasil carece de inovar no futebol de buscar o brilho de seleções como a de 70 ou a de 86 de Telê Santana que jogou muito e fomos sem dúvida muito melhor que a seleção de Platini.
De lá para cá só se viu futebol feio, burocrático, enroscado, de um número extremos de passes da esquerda para a direita ou vice e versa, de jogadas para trás e nada criativas. Ganha quem faz gol não quem é campeão moral etc e tal.
Confesso que nas últimas copas assisti aos jogos da seleção brasileira mais por obrigação do que por prazer de ver uma boa partida.
Desta vez, creio, não vai ser diferente.
Assistirei aos jogos sem conseguir torcer por um time brilhante.
Vai ser um tremendo golpe de sorte se o Brasil atingir as quartas de final. Salvo se a tabela jogar a favor do nosso time e acontecerem zebras listradas de verde e amarelo pelo caminho.
Pelo menos duas grandiosas notícias desta convocação e certamente o ponto forte. Ficaram de fora o Ronalducho e o Ronaldinho.
Ronaldo o fenômeno do amarelismo e Ronaldinho gaúcho que só joga no seu time europeu, mas na seleção patina na graxa.
Chega da era dos Ronaldos e dos imperadores.
O Brasil só conseguirá costurar a sexta estrela na camiseta no dia em que levar para a copa um time base vencedor aqui dentro com as adaptações necessárias como foi o Botafogo da copa de 1970.
De mais a mais, naqueles momentos que a seleção brasileira for enfrentar times mais difíceis, quando estivermos já no segundo tempo nos seus 30 minutos sem perspectiva de gol e a copa estiver na fase do mata-mata, aí sim é que fará falta jogadores novos, talentosos e que poderão decidir em lances geniais e de pura criação.
Faltou inovar e ousar para Dunga. Espero que sua maior qualidade de ser coerente não seja igualmente sua sentença de morte e o carimbo no passaporte mais cedo.

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Magno Almeida Lopes, escritor e jornalista free-lancer, administrador de empresas com habilitação em negócios internacionais, tecnólogo de obras e solos, engenheiro de rede Lan, membro efetivo da academia Piracicabana de letras, MBA em comércio exterior. Piracicaba (SP), 12 de maio de 2010.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

















O DESTINO DE UMA MINHOCA INDESEJÁVEL.

Foi-se o tempo em que as cidades criavam obras apenas visando a problemática da circulação de veículos automotores.
São Paulo, New York, Xangai, Cidade do México, Los Angeles são exemplos mundiais de como transformar a vida de alguns cidadãos num verdadeiro martírio diário e com perdas gigantescas para o patrimônio das pessoas.
Obras que assolapam o interesse da vida em comum e roubam as oportunidades de crescimento mais humano das grandes metrópoles.
Em São Paulo temos o mais assombroso descaso com a utilidade pública e o interesse da uma sociedade, agressão à qualidade de vida e etc que foi a construção do elevado Costa e Silva, vulgo minhocão.
Obra idealizada por Faria Lima na época de seu governo municipal.
Naquela ocasião os estudiosos dos problemas metropolitanos já apontavam que a obra era uma aberração, para todos os efeitos, e que traria enormes prejuízos ao conjunto de toda a cidade de São Paulo. Dito e feito.
O primeiro golpe foi a própria construção do monstrinho. A cidade que já perdera muitos dos seus encantos agora ganhava um obelisco à feiúra.
O segundo, e não menos devastador soco no estômago veio com o prejuízo de milhares de moradores da área que acordaram um dia com uma via de altíssimo tráfego rugindo bem debaixo dos seus narizes, fora a fumaça, o pó e o barulho que sacode ate os ossos.
Ele passa a cinco metros dos prédios de apartamentos. Um absurdo urbano. Tem 3,4 quilômetros e conecta a região central à zona oeste da cidade. Entre as bilhões de críticas que já recebeu, foi chamado de “cenário com arquitetura cruel” e “uma aberração arquitetônica”. Eu o classificaria com mais alguns adjetivos, mas totalmente impublicáveis neste espaço.
O efeito colateral imediato foi a brutal desvalorização dos imóveis. Quem gostaria de comprar ou alugar um apartamento, por exemplo, e ter como companhia diária a circulação de milhares de veículos bem perto do ouvido e sentir o perfume de óleo diesel? Quem vendeu seus apartamentos o fez a preço de banana estragada.
A área adjacente, por tabela, foi totalmente devastada e deteriorada. Veio a prostituição no local, inferninhos, a instalação da filial B da cracolandia, um sem números de moradores de rua, imóveis abandonados, circulação de bandidagem e criminalidade em alta.
Hoje toda a região é uma nódoa e uma ferida aberta que não quer sarar.
Ao longo do tempo alguns prefeitos tentarem até falar sobre o assunto. Olavo Setúbal queria derrubá-lo já em 1974, sem sucesso. Na época o grupo dos defensores de obras viárias como esse elevado só faltou pregar o ex-prefeito na cruz.
Luiza Erundina, em sua administração, criou horário restrito de circulação. Uma solução apenas paliativa.
Agora o atual prefeito da cidade, Gilberto Cassab, fala em colocá-lo abaixo transferindo o tráfego para um ramal ferroviário onde será construído um túnel.
Calma que não é por ai.
De um limão superazedo podemos fazer copos de uma deliciosa limonada geladinha. Porque não fazer isso com o minhocão?
Acho que derrubar é simples demais. Algumas bananas de TNT resolveriam o problema e seria um espetáculo e tanto na tv.
O minhocão tem que ficar no lugar onde está e pagar durante muitas décadas o tributo que cobrou da cidade para que ele pudesse existir. Como?
Simples. Aproveitá-lo para criar um espaço alternativo na cidade maculada.
New York teve um caso semelhante. Senão vejamos.
A linha férrea no West Side Manhatan, chamada de High Line (linha elevada), foi durante muitos anos a mesma coisa que o Minhocão representou para São Paulo.
A estrada de ferro serviu como base aos transportes de carga daquela cidade e com seus 2,5 kms de extensão feria a silhueta nova iorquina de forma contundente.
Logo depois a linha teve sua inviabilidade decretada frente a era dos enormes caminhões modernos com sua rapidez e volume de carga.
Fecharam-se os portões da High Line que ficou ali esquecida durante décadas. O mato tomou conta, a área adjacente sucumbiu desde o início e os bairros se transformaram em ruínas.
No entanto, New York soube acrescentar ao seu enorme limão uma boa dose da doçura da criatividade com água gelada e a cidade ganhou de presente um novo parque chamado agora de High Line Park sem a demolição da obra.
A prefeitura chamou para colaborar com o projeto de revitalização pessoas da própria cidade que criaram a base da idéia. O parque foi inaugurado recentemente sob a administração do atual prefeito de New York Michael Blumberg.
A linha de trem de high line foi erigida em 1930. Servia para o transporte de cargas de laticínios, carnes e alimentos para abastecer os vários armazéns e fábricas da região de Meatpacking District. A ultima composição partiu em 1980 e a linha foi desativada permanecendo como um fantasma até este ano.
A área de lazer da Big Apple combina jardins floridos, locais de exposição de arte e cultura, pistas de bike, footing (corrida a pé), bancos para descanso, área de alimentação, com acessos para cadeirantes, elevadores, belvederes.
Os imóveis das adjacências começaram a ser ocupados de novo e tiveram forte valorização para pelo menos empatar com os valores que foram perdidos no tempo da via férrea.
As ruas ao longo do curso dos trilhos estão sendo pouco a pouco limpas, os prédios em ruínas derrubados e no lugar novos estão sendo construídos. Revitalização total de uma área antes absolutamente devastada.
Cassab quer colocar abaixo o minhocão. A prefeitura de SP havia algum tempo atrás instituído um concurso para selecionar o melhor projeto de recuperação para o local e um deles havia ganhado e seria mais ou menos nos moldes do que foi o High Line Park.
Cadê esse projeto? Porque em SP não pode ser feito a mesma coisa?
Que tal copiar este exemplo de Nova York ou do que foi feito em Boston, ou ainda em Seul na Coréia?
Se a Prefeitura Municipal de SP não tem dinheiro a população arrecada a verba necessária e toma conta disso como aconteceu em New York, sucesso.
Temos as melhores expressões arquitetônicas do mundo, vide Brasília. Porque não podemos criar algo super inédito para o minhocão e devolver aos pobres moradores da área do minhocão a riqueza de seus bens e meio ambiente que lhe foram roubados uma vez?
Finalmente chamar os antigos donos e pagar-lhes indenizações pelos bens de família perdidos ao longo da vida do Minhocão.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

















CRÔNICAS DA VIDA DE CACHORRO

Atirei o pau no gato-to-to, mas o gato-to-to, não morreu-reu-reu, Dona Chica-ca-ca, admirou-se-se, com o berrô, com o berrô, que o gato deu. MINHAU!
Antônio Rogério Magri, ex ministro da era Collor, já afirmava que cachorro também é gente.
Eu odeio pessoas que maltratam animais por definição. Qualquer que seja o bicho até pulgas amestradas. Odeio à raiz cúbica ao quadrado aquelas que maltratam gente, ainda mais criança. Na minha escala de penalidades não teria nada além de cadeira elétrica para seres humanos que cometem atrocidades contra os pequenos.
Desculpem-me a franqueza. Para esse bicho (vide foto acima) que se diz procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’anna Gomes teria o maior prazer de apertar o botão da eletricidade da cadeira dela.
Ela é acusada de torturar a menina de 2 anos de idade que estava sob sua guarda provisória.
Culpa dela? Até certo ponto. A outra parte da culpa cabe à justiça de família que liberou essa bruxa para ser a mãe da menina. Que tipo de pesquisa o forum fez para que ela pudesse adotar a pobre Maria (vamos chamá-la assim)?
Só porque tem titulagem de ex procuradora seria uma pessoa confiável?
Bastou apresentar a carteirinha para obter sinal verde para a tortura de Maria?
Que tipo de roteiro a justiça segue para adoções pelo Brasil afora?
Se esta cidadã fosse pobre certamente todos os seus orifícios seriam investigados até a raiz dos cabelos, mas bastou ser ex procuradora, classe média alta que pode entrar escolher sua vitima e torturá-la ou até pior.
Comenta-se que Vera Lúcia é integrante de uma seita satânica e que pegou a pobre Maria para servir ao deus de suas crenças malucas.
Fico imaginando que tipo de procuradora a bruxa poderia ter sido.
Uma mente assim jamais poderia se aproximar de qualquer coisa que fosse ligada à justiça dos homens ou do serviço público.
Demência pura. Doença terminal. Cadeia é pouco. Vai ficar “de boa” tomando seu solzinho vez em quando e recebendo visitas íntimas no xilindró.
Sou contra pena de morte. A justiça comete erros, mas nesse caso abriria uma honrosa exceção para torrar essa facínora usando cem milhões de volts.
Podem tirá-la da classificação homo sapiens. Ela não é gente, nem bicho.
Adoção é um ato de amor e desprendimento. Cria-se uma pessoa que não é sangue do nosso sangue, mas coração do nosso coração.
Levar para casa uma criança que já tem histórico de abandono, maus tratos nos orfanatos perdidos desse mundão e a partir dali montar um campo de concentração em torno dela com toda sorte de maldades e atrocidades é caso de ligar mesmo a tomada da cadeira dessa infame Sra.
Evidente que ela nega. Hitler se estivesse vivo diria ser inocente e proclamaria aos quatro ventos ser profundamente religioso, adicionalmente, para tentar ganhar alguns pontos com a sociedade.
A justiça beneficiou essa maxi criminosa de todas as formas cantando ações futuras, como a decretação da prisão dela para que tivesse oportunidade de fugir como de fato o fez.
Deu no pinote como se diz na gíria e agora?
Talvez esteja agora disfarçada. Pintou os cabelos de negro, está usando lente de contato azuis e deve fazer parte de algum convento que a recebeu, ó pobre alma penada.
Será que o juiz que liberou essa adoção certificando como sendo ideal a tal senhora assumir o papel de mãe dorme solenemente à noite? Perdeu o sono ou não?
E agora como fica? Não seria o caso deste responsável pela justiça de família e adoções ser igualmente colocado a ferros e jogado no calabouço?
Milhares de pessoas e famílias tentam adotar alguma criança. Sofrem por anos nos confusos e tortuosos processos a que se submetem para obter sinal verde.
Mostram árvores genealógicas, milhares de certidões negativas até de dívida com o leiteiro, são entrevistadas por centenas de agentes sociais, tem suas vidas financeiras investigadas desde os tempos da arca da Noé.
E muitas vezes as famílias que querem adotar são classificadas como inapropriadas porque a casa onde moram não tem reboco nas paredes, como se isso fosse a chave para demonstrar amor e compaixão.
No entanto, qualquer gaiato ou gaiata que venha de terno e gravata, com algum título na mão, falando “ingres” embarca nossas crianças para o exterior para serem até vendidas como escravas. Os anais históricos estão lotados de casos assim.
Essa bruxa conseguiu adoção porque alguém acreditou que por ser ex procuradora o caminho da santidade estaria aberto e que reunia condições para adotar crianças.
Noves fora que a criminosa em tela ainda tem em seu famoso currículo centenas de casos de discriminações contra negros, maus tratos a ex-funcionários, crimes de difamação.
Com tudo isso o juiz ainda outorgou a adoção para essa doente e agora corre da picada da seringa alegando firulas jurídicas.
Prender Vera Lúcia de Sant’anna Gomes imediatamente é questão de honra.
Vamos deixá-la apodrecer na cadeia porque infelizmente aqui não tem cadeira para ligarmos na tomada e ver a cidadã tomar o caminho do inferno queimando lá para sempre.
Que sirva de alerta à justiça que gosta de discriminar as famílias pobres e humildes, quando querem adotar, colocando-lhes um critério super rigoroso para autorizar a adoção, mas que de outro lado faz-se de cega, surda e muda em casos de adoção quando são pessoas abonadas, com títulos e falando outros idiomas.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

CINTURA FINA























A DEFORMAÇÃO DA BELEZA

Cathie Jung é a mulher com a cintura mais fina do mundo. Pelo menos é o que diz o "Guiness Book", o livro dos recordes, mas parece ser verdade acho eu bastando dar uma olhada bem de perto. O Guiness afirma que é mais ou menos do tamanho de um CD musical a circunferência da moça na cintura.
A sensação que dá, ao ver esta foto, é de que esta mulher pode "quebrar-se em duas" a qualquer momento.
Pior que essa proeza de Jung é saber que isso está virando moda. Neste domingo, dia 02/05/2010, estive em viagem a SP capital e numa das paradas que fiz para respirar e esticar as pernas entrei no posto de gasolina do km 56 da Rodovia Bandeirantes: o posto tem lanchonete, restaurante e tudo o mais. Observei uma garota, que entregava as comandas de plástico na entrada aos clientes para anotar as despesas. Ela estava usando um vestido comprido, mas deu para perceber que sua cintura era tão fina quanto à de Cathie. Senti-me chocado.
E comprovei que realmente a demência chegou à moda para ficar.
A barbaridade da cintura fina não é de ordem natural. É necessária uma intervenção cirúrgica para quebrar e arrancar fora as duas costelas mais inferiores para conseguir o tal efeito, por sinal horroroso e de péssimo mau gosto. Onde está o cérebro de pessoas que se submetem a uma atrocidade dessa para se destacar junto à multidão?
Só pode ser brincadeira.
O Brasil é hoje o país que mais faz cirurgias plásticas no mundo. Tem carnê para pagamento parcelado, consórcio, financiamento direto ao consumidor dado por algumas empresas de crédito para que as pessoas interessadas possam se mutilar como o caso da cintura fina, ou colocar sacos de borracha mole nos seios, bumbum, culotes e vai por ai afora num oceano de possibilidades bem ao estilo de Jason e o homem da serra elétrica. Até os homens aderiram à febre do bisturi. Tem marmanjo colocando traseiro postiço ou peitos inflados para se fazerem passar por halterofilistas.
Onde vamos parar?
Acho que vou criar um selo de autenticidade e um chip corporal para as pessoas. Funcionaria mais ou menos assim: o bebe seria fotografado quando nascesse. A partir dali a cada cirurgia que essa pessoa fosse submetida teria a alteração corporal anotada no chip e uma nova foto seria feita e gravada no dispositivo imediatamente.
Quando fosse chegada a oportunidade de estabelecer um relacionamento interpessoal tipo: namoro, casamento, “ficar”, juntar etc o chip seria inserido num computador para o(a) pretendente observar as alterações cirurgicamente provocadas nele ou nela e comprovar até que ponto os atributos pessoais são verdadeiros.
Tem gente casando ai na praça completamente enganada. Ela namora um cara peitudo, tipo sarado de academia, para perceber mais tarde que é apenas uma “bexiga” cheia de borracha líquida sob a pele. Ou então um pênis de 80 centímetros quando na verdade somente 1 cm lhe pertence de fato. Isso estaria anotado no chip pessoal dele.
As mulheres teriam seus chips controlados mais severamente para evitar danos aos interessados, obviamente por serem mais sujeitas aos encantos da farra do bisturi.
Já imaginou casar-se com uma mulher exuberante tipo violão, seios enormes, pernas torneadas e queimadas de sol, pelinhos dourados nos braços tipo surfista, bumbum numero 900 os devidos apetrechos sexuais no lugar novinhos em folha e depois descobrir que ela não é ela de fato, e sim ele e que tudo foi colocado usando o bisturi?
Perceber que no antigo RG dela registrava o nome do Sr. Valadão da Silva agora Sra. Ursula ou Valeska?
O chip resolveria isso. O cabra não ia se casar enganado.
Nenhuma clínica ou hospital poderia fazer cirurgia plástica em quem quer que fosse sem a apresentação do chip com selo autenticador.
Este(a) pode ser seu(sua) próximo(a) namorado(a), esposo(a), cuidado!
Tem aberrações espalhadas pelo mundo que nos faz lembrar o personagem
Frankenstein acima e seu corpo montado com pedaços de outras pessoas.
Algumas celebridades já fizeram tantas plásticas que ao sorrirem suas pernas se elevam no ar ao mesmo tempo tamanho o esticamento.
Uma certa comediante, recentemente falecida, teve sérias dificuldades para entrar no céu com tantas plásticas que fez. Nem Deus estava reconhecendo quem era. Conseguiu ela entrar no paraíso, mas não sem antes exibir centenas de documentos comprovando ser ela mesma e com sua impressão digital conferida.
Curiosamente as mulheres puxam o coro das deformidades. Seios tamanho GGGX maxi, cinturas do tamanho de moedinhas, bumbuns colossais, bronzeamentos artificiais, lábios inflados, mulheres com 90 anos ou mais com pele de moça de 16 e outras tolices para que? A beleza está na harmonia do corpo e mente.
Nascer com alguma deformação ou tê-la adquirido através de algum acidente e procurar um meio de evita-la é natural e certo.
Agora reconstruir o corpo artificialmente e proclamar isso como beleza deve haver ai no meio alguma deformidade de personalidade ou uma psicopatia séria.
As mulheres, principalmente, esqueceram de perguntar aos homens do que eles gostam. Certamente nenhum vai querer levar para casa um ser picotado em mil pedaços cujos atributos foram todos comprados na loja com prazos de validade e implantados na base do corte de bisturi.
Absurdo. Para se destacar na multidão não é preciso ir tão longe e romper com as costelas ou colocar um balão de 50 quilos de silicone nos lábios. Basta pendurar uma melancia bem grande com luzes fosforescentes coloridas no pescoço e tocar uma buzina de Scania na Av. Paulista. Todos vão ver e pelo menos é ecológico. A suculenta iguaria pode ser devorada e o barulhento equipamento do caminhão reciclado facilmente quando a insanidade passar.